“Espero morrer antes de ficar velho”, cantava a banda The Who em 1965: 42 anos depois, o refrão está superado e, de Led Zeppelin ao The Police, passando pelo Genesis e o Sex Pistols, poucos grupos históricos resistiram esse ano à tentação de voltar aos palcos.

Duas motivações podem explicar este fenômeno: a busca da eterna juventude, como que fazendo eco a célebre frase de Neil Young “Rock and Roll Will Never Die (” O rock nunca irá morrer”), e as motivações mais monetárias, dignas de “We’re Only in It For the Money” (”Só estamos nessa pelo dinheiro”) de Frank Zappa.

O Led Zeppelin foi o último caso do ano, com um show realizado no dia 10 de dezembro em Londres, depois de duas breves aparições para caridade em 1985 e 88.







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